Gatunos vs Ladrões

E agora com gajas semi-nuas!

Thursday, May 11, 2006

Sou um potencial diabético


Ontem, em Física, ao mesmo tempo que os pilares que sustentam a minha vida e tudo o que nela assenta são deitados abaixo quando descubro que, afinal, não existe força da gravidade, mas sim uma deformação do espaço-tempo quadrimensional na vizinhança de uma corpo (ou seja, às quintas-feiras já não como atum), fui mordido por uma mosca, muito provavelmente radioactiva.
E digo radioactiva porquê?
Porque as moscas convencionais já não tem piada nenhuma, muito menos as que voam e fazem BZZZZZ BZZZZ BZZZZ BZZZZ.
Até aos meus 17 anos e 5 meses e 1 dia (e note-se que hoje é dia 11 de Março de 2006), por alguma razão que eu desconheço mas que sei perfeitamente que é por eu ser parvo, as moscas sempre me fascinaram. E depois dessa data, esse fascínio deixou de fazer sentido para mim. Também muito provavelmente por eu ser parvo.
Mas como estava eu a dizer, fui mordido por uma mosca, cuja radioactividade é uma possibilidade muito possível. E encontro-me neste momento, num estado físico anormal, que é enquanto espero que comece a sofrer mutações.
Passadas as tão desejadas mutações, chegará a hora em que terei que escolher um nome de superherói, como qualquer superherói que se preze. E é aqui que eu peço ajuda ao desempregado que estiver a ler isto, e que me mande uma ideia para o salvem_o_Nody@hotmail.com. Já tenho algumas ideias, como o Incrível Homem Mosca, ou o Moskitomen, ou ainda o Supervarejo (penso que este terá um efeito deveras interessante).
E irei agora explicar o porquê do título.
Qual é o animal, excluindo o Yuri, que é louco por açúcar? A mosca (acho eu mas peço ja desculpa se , so por acaso, esse animal for a formiga)! Ou seja: vou andar porai, a fazer BZZZZ BZZZZ, a assustar as pessoas (mas menos do que assusto agora), e a ingerir quantidades industriais de glicose, até me tornar numa mosca diabética e obesa.
E depois serei criticado pela Comunidade Internacional por ter contribuido para o aumento da obesidade nos insectos, já não bastando o aumento da obesidade nas baleias e em outros animais, como os americanos.

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